Com o nome de “First Else”, o aparelho terá tela sensível ao toque de 3,5 polegadas e resolução de 480×854 pixels, 3G, Bluetooth, Wi-Fi, GPS e câmera de 5 megapixels (que grava vídeo 480p a 30fps). O processador utilizado provavelmente será o TI OMAP 3430, bateria de 1450mAh, até 32GB de memória interna e entrada para fone de 3,5mm.
O sistema baseado em Linux utiliza uma roda controlada pelo polegar, o que evita que o usuário se perca nos menus. Além disso, ele possui lembretes sensíveis ao GPS, grava ligações ou mensagens de caixa postal e as salva no local onde foram feitas. Outro grande diferencial é sua interface, que parece saída de um filme de ficção científica.
Ao que parece, os sistemas operacionais móveis baseados em Linux, como o Android e o webOS, logo terão mais concorrentes.
Fonte: GIZMODO
Neste post vamos mostrar os avanços que fizemos com o reconhecimento visual no iPhone.
No primeiro video será mostrado o reconhecimento de produtos (no caso uma copia de um quadro de Romero Britto e uma caixa de Cremogema).
Para aqueles que têm curiosidade sobre o assunto, segue uma explicação básica sem envolver a matemática no post.
Qual é o principio?
Neste caso foi utilizado um Histograma (http://en.wikipedia.org/wiki/Histogram), que serve para representar várias coisas, que em nosso caso, é utilizado para representar a distribuição de cores de um pattern a ser encontrado. Ele é quem coleta os dados em set predefinidos. Eles podem ser usados para calcular magnitude de gradientes, direções, cores ou qualquer outra característica. O resultado final é uma figura estatística de uma representação de dados. Basicamente eles são uma maneira prática de representar o que quer que seja interessante que você aprendeu de uma imagem.
Digamos que estamos pegando a “soma” das cores e esse somatório é usado para fazer uma comparação com uma base e caso ele encontre um valor coerente, ele “reconhece” o objeto. Esse método ajuda no caso dos iPhones 3G que não possuem o ajuste de foco do 3GS e a somatória das cores é mais interessante, por que os valores serão próximos. A depender de como se comparem os histogramas ele também diminui o erro pela distância. Caso a imagem que está sendo capturada esteja ao dobro da distância da que foi usada para gerar a base, o resultado do histograma, ainda assim será proporcional ao histograma original nas distancias (tipo 50% do original).
Usar histogramas é bom para solucionar pequenos problemas de ruído e falta de foco, mas ele é muito sensível a variações de luz (no caso de ambientes externos, de dia, de noite, tempo chuvoso, etc…), que podem representar um somatório de cores totalmente diferente. Em processamento de imagens, cada caso é um caso diferente e temos de pensar na melhor maneira de atender o cliente sem que o resultado fique lento demais. É necessário analisar se o ambiente será controlado ou não.
Já o segundo vídeo usa outra técnica totalmente diferente, foi a mesma que usamos para o teste de detectar rostos (que todo mundo que já usou OpenCV, conhece o Haar Training), entretanto era necessário criar um novo training para esses 3 exemplos. Isso significa criar um set de imagens positivas (o que você quer reconhecer) e um set de imagens negativas (aquilo que você não quer reconhecer) e gerar um novo training que será usado como base para o reconhecimento. No caso o ambiente do reconhecimento é mais “controlado” não sendo necessário gerar milhares de imagens positivas e negativas. No nosso exemplo foram apenas algumas dezenas e já estava funcionando. A vantagem de se usar esse método (entenda melhor aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Viola-Jones_object_detection_framework) é que ele é mais leve para ser calculado.
Existem várias maneiras de se fazer o reconhecimento e ainda estaremos testando outras maneiras.
Vídeo muito interessante, imagine o que seria possível produzir com algo do tipo em maior escala.
A corrida lançada no Reino Unido surgiu com o objetivo de brindar fãs e corredores com provas acessíveis, próximas ao público e acima de tudo divertidas. Um dos seus grandes atrativos é a igualdade competitiva para todas as equipes, o que deixa a corrida ainda mais empolgante.
Um dos participantes desse ano é o paulista Maurício Arias, que corre com seu fusca vermelho número 102 patrocinado pela Maya.
Para saber mais sobre a Fun cup, acesse www.funcup.co.uk. Vale apena conferir as fotos no nosso Flickr.

A Adobe não perde tempo e lança o Photoshop para o Android, quem possui aparelho com o sistema operacional do Google, agora já pode editar suas foto pelo programa.
O mini aplicativo é gratuito e já pode ser encontrado no Android Marketplace, o lançamento chega cerca de um mês depois da versão lançada para o iPhone que é encontrado na App Store.
Nessa versão do aplicativo para o Android, o usuário poderá aplicar efeitos de rotação, edição, enviar e visualizar suas imagens armazenadas em sua página no Photoshop.com. Com o aplicativo você também pode exibir uma apresentação de fotos no seu aparelho.