
Uma pesquisa da eMarketer estimou alguns dados interessantes do mercado mobile pros próximos 5 anos:
- Os usuários de internet móvel nos Estados Unidos deverão atingir 135 milhões, com uma penetração no mercado de 43,5%, praticamente o dobro do número registrado em 2008.
- A venda de smartphones no mundo deve crescer 3,4% em 2009. E mais de 22% e 2010!
- Esse ano os smartphones devem representar 14% da venda de aparelhos no mundo. Em 2013, 38%.
- Em 2009 os gastos com aplicações mobile devem ser em torno de 2,7 bilhões de dólares. Em 2012 serão mais de 13 bilhões.
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Com o Google se metendo em banco de dados, empresas de eletrônicos se metendo em netbooks e fabricantes de computadores no mercado de smartphones, vocês achavam que a mais antiga gigante da informática ia deixar isso barato?
Pois a IBM declarou que vai investir 100 milhões de dólares nos próximos 5 anos pra em pesquisa para o mercado mobile. Tudo isso porque uma auditoria interna previu que até 2011 o mercado deve crescer perto de 200%, para algo como um bilhão de usuários.
Um aperitivo do que vem por aí e que já está em teste pela empresa são sistemas de gerenciamento e conteúdo criado e mantido por usuários finais, bem como gerenciamento de equipes externas, produtividade e atualização facilitada com um servidor central para acesso em tempo real e análise de informação de consumidores (hábitos, consumidores em potencial, preferências, contexto e histórico de transações) para oferecimento de certos produtos em uma determinada hora/circunstância.
Como afirmou um dos tecnólogos chefe da empresa, “a mobilidade e a estatística associada irão mudar os relacionamentos entre empresas e seus clientes, empregados e parceiros, virtualmente modificando todos os processos de negócios”. Melhor não duvidar…
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Ao contrário do que outras pesquisas mostraram, a Nielsen afirma que existem tantos usuários com 55 anos ou mais quanto entre 13-24. Alguns outros dados interessantes sobre o público do aparelho nos Estados Unidos:
- 37% assistem vídeos no iPhone, o que é 6x mais do que o usuário “normal”;
- 40% tem renda anual acima de 100 mil. No mercado em geral, esse índice é de 20%;
- 88% acessam a internet com o aparelho – 4x mais do que o usuário “normal”;
- 75% baixam aplicativos – 5x mais;
- Aproximadamente, 1,2% dos posts de todos os blogs falam sobre iPhone. Como esse nosso, que engrossa a estatística. =o)
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Parece brincadeira, mas não é. E também não é erro de digitação. Uma nova tecnologia poderia fazer com a que leitura de discos rígidos fosse cem mil vezes mais rápida.
O processo, conhecido como spintrônica por usar não só os elétrons e sua carga mas também a rotação (spin) dos mesmos para ler as informações, se dá através de impulsos de laser ultracurtos. Tudo isso depois da descoberta da magnetorresistência por um cientista alemão e outro francês, que ganharam o Nobel de física em 2007.
Agora imagina aquele dvd de 10 TB sendo lido 100 mil vezes mais rápido… Mais info aqui.
Pesquisadores escoceses apresentaram um protótipo de uma bateria alimentada por… ar! O funcionamento é simples, a bateria retira oxigênio do ar, gera uma reação com o carbono e produz energia.
Além das óbvias vantagens de redução de custo, já que o ar é de graça, e de não usar metais pesados que são danosos ao planeta, está a vida útil da mesma, que pode durar até dez vezes mais do que as usadas hoje em dia, de lítio.
A meta dos pesquisadores agora é desenvolver uma versão comercial para ser usada primeiramente em aparelhos eletrônicos de pequeno porte, como mp3 players e celulares.

Uma pesquisa feita pela Frog mostrou que a Coca-cola é a marca líder nas redes sociais, de acordo com o Índice de Marcas em Mídias Sociais (Imms), que leve em conta a exposição e menção de uma marca em sites como Orkut, Facebook, Twitter e Youtube.
Depois da Coca, vem Iphone, McDonald’s, Sony, Apple, Adidas, Nokia, Nike, Chevrolet e Skol. O ranking é baseado no número de vezes em que a marca é citada em sites sociais e pontuada de acordo com o peso de cada site.
Mais detalhes da pesquisa nacional, que se refere ao mês passado e inclui os líderes por categoria dentre as 150 marcas de 18 segmentos pesquisados, podem ser vistos aqui.

A universidade de Melbourne, na Austrália, publicou um estudo que mostra que usar o Orkut e o Facebook durante o trabalho melhora a produtividade. E tem muita empresa que restringe o acesso a sites, uso do msn, etc.
Segundo a pesquisa, quem se desliga um pouco e descansa “as idéias” por um curto período, volta a se concentrar melhor no trabalho e rende ao redor de 10% a mais. O problema é definir o quanto é saudável e a partir de que ponto vira bagunça, certo? Pois o responsável pelo levantamento dos dados ainda revelou que essas pessoas que melhoraram a produtividade gastam cerca de 20% do seu tempo de trabalho com assuntos diferentes.
Pra quem viu o documentário sobre o Google sábado, e coincidência ou não, todos os funcionários de desenvolvimento têm direito a usar exatamente 20% do seu tempo na empresa para projetos pessoais, sem supervisão e sem tomar puxão de orelha.
PS: o GNT vai reprisar o programa, confira os dias no post anterior.
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